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Plantão Estadual: MDB tem pesquisa que aponta queda na aprovação de Rafael Fonteles

Uma pesquisa interna, realizada na semana passada e obtida com exclusividade por um aliado de primeira hora do MDB, acendeu o sinal de alerta no Palácio de Karnak. Pela primeira vez, a desaprovação do governo Rafael Fonteles atingiu 34%, enquanto 61% ainda aprovam a gestão. Outros 5% não souberam opinar. Os dados  mantidos sob discrição nos bastidores ,  revelam uma turbulência silenciosa em meio à aparente estabilidade do governo. A fonte da coluna, um MDbista de “costas largas”, interpreta os números como reflexo direto de episódios recentes envolvendo o governador. Entre os fatos apontados como possíveis causadores da queda estão as viagens internacionais com resultados questionáveis, a polêmica demissão deste colunista da TV Meio, supostamente articulada pelo próprio governo, além de um áudio vazado de um vereador de Dom Inocêncio. Na gravação, o parlamentar afirma ter ouvido de um empreiteiro que este teria sido pressionado a pagar R$ 2 milhões para garantir obras no estado ,  supostamente em benefício de Rafael Fonteles. Embora o governo negue qualquer irregularidade e possa divulgar novas pesquisas encomendadas a institutos contratados, os dados internos do MDB sugerem que a imagem do governador está sob desgaste real, ainda que tratado com discrição entre aliados. Uma eventual queda de popularidade pode comprometer os planos políticos de médio prazo.


Palanque sem foco no governo não tem dado certo no Piauí. 

A oposição no Piauí insiste em repetir um erro que já custou caro em duas eleições consecutivas: montar um palanque onde o foco principal não é o governo. Em 2014, a prioridade do grupo era eleger Wilson Martins para o Senado, mesmo com Zé Filho como candidato à reeleição ao governo. O resultado? Derrota para ambos. Quatro anos depois, em 2018, a história se repetiu. A candidatura de Luciano Nunes ao governo parecia mais uma formalidade, já que novamente o centro das atenções do palanque era a candidatura de Wilson ao Senado , que acabou não sendo eleito, mais uma vez. O palanque desorganizado, com estratégias desconectadas da disputa majoritária, deixou a oposição vulnerável e sem fôlego. Agora, às vésperas de 2026, a oposição precisa entender de vez: sem um candidato ao governo competitivo, com projeto claro e capaz de unir os grupos em torno de uma candidatura majoritária sólida, não há palanque que se sustente. É hora de aprender com os erros e definir prioridades com estratégia.

Delegado Daniel Pires recua de candidatura e Ana Paula se reaproxima do grupo político em Altos. 

Nos bastidores da política de Altos, a disputa por espaço começa a se reconfigurar. O delegado Daniel Pires, irmão do prefeito Maksuel, recuou da pré-candidatura que vinha sendo articulada para as eleições de 2026. Apesar da forte base no município — onde sairia com metade dos votos, segundo avaliações internas , Daniel não conseguiu avançar nos colégios eleitorais de outros municípios, o que desmotivou tanto ele quanto seu irmão, o atual gestor. Esse cenário abriu espaço para o retorno da deputada estadual Ana Paula ao núcleo político do grupo. Ela participou recentemente de um evento público ao lado de aliados do prefeito, gesto interpretado como um movimento de reaproximação com o grupo que já integrou em eleições passadas. Por trás dessa costura política estaria o próprio governador Rafael Fonteles, que, segundo fontes da coluna, não gostaria de ver um embate direto entre dois de seus aliados em Altos: Warton Lacerda, do PT, e a família do prefeito, ligada ao delegado Daniel. A intervenção do governador busca evitar divisões internas que possam enfraquecer a base governista na região. Nos bastidores, a leitura é clara: o recuo de Daniel fortalece Ana Paula, que deve surgir como nome de consenso ,  ao menos por ora.

Duas perdas irreparáveis no fim de semana no Piauí. 

O fim de semana foi marcado por duas perdas irreparáveis no Piauí, em áreas distintas, mas igualmente importantes para o estado: o Judiciário e a política. No campo da Justiça, o Piauí se despediu de um dos nomes mais respeitados do meio jurídico: o juiz Orlando Martins Pinheiro. Com décadas de atuação, ele marcou época à frente da 1ª Vara Criminal de Teresina, sendo reconhecido por sua retidão, equilíbrio e profundo compromisso com a lei. Mesmo com todos os méritos para integrar o Pleno do Tribunal de Justiça, sua nomeação jamais ocorreu ,  um mistério que permanece sem explicação até hoje. Dr. Orlando deixa uma lacuna na Justiça piauiense e uma saudade imensa entre colegas e todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo. Na política, o estado também perdeu o ex-prefeito Quirino Avelino, figura tradicional da região de Itaueiras . Aos 83 anos, Avelino encerra um ciclo de décadas na vida pública. Político de raízes firmes, foi por vezes contestado, mas sempre vitorioso em seu reduto. Com sua partida, a política regional perde uma de suas figuras mais emblemáticas. Duas despedidas que deixam o Piauí mais pobre em experiência, memória e legado.

Multidão vai às ruas em apoio a Bolsonaro e envia recado às instituições. 

Milhares de pessoas tomaram as ruas neste fim de semana em mais de 60 cidades do Brasil em um movimento de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que atualmente cumpre prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica. Os atos, que também registraram forte repúdio ao Supremo Tribunal Federal (STF), aconteceram em todas as regiões do país e surpreenderam pela dimensão e organização espontânea. No Nordeste, os destaques foram Salvador e Fortaleza, onde grandes concentrações populares ocuparam as avenidas centrais. No Sudeste, o movimento em São Paulo foi descrito como um dos maiores já registrados na capital em atos políticos. Brasília e Rio de Janeiro também reuniram verdadeiros oceanos de gente, enquanto Goiânia chamou atenção pela adesão expressiva da população. Com cartazes, bandeiras e gritos de ordem, a multidão demonstrou insatisfação com decisões do Judiciário e reforçou apoio ao ex-presidente. Para muitos analistas, as sanções impostas a Bolsonaro, longe de enfraquecê-lo, parecem tê-lo impulsionado ainda mais como liderança popular. O sentimento nas ruas foi claro: “não se sufoca liderança na marra” ,  um recado direto à elite política e institucional do país.

Fonte: Portal Encarando

clinicor floriano