Hemocentro Regional de Floriano funcionará durante os feriados e reforça necessidade de doadores

A coordenadora do Hemocentro Regional de Floriano, Eliomara Feitosa, destacou que a instituição continua precisando de doadores de todos os tipos sanguíneos, especialmente dos tipos negativos, utilizados com frequência em situações de urgência e emergência. Segundo Eliomara, a demanda por transfusões permanece elevada e cresce continuamente, tornando fundamental a participação dos doadores voluntários. Ela ressaltou que o Hemocentro também depende das doações para atender às necessidades de pacientes que precisam de plaquetas e plasma, além das transfusões de sangue. Durante o período de feriados, a unidade mantém o atendimento ao público. O Hemocentro funciona normalmente nesta sexta-feira, dia 30 de outubro, neste sábado, dia 31, e também na segunda-feira, dia 2 de novembro, feriado de Finados. A coordenadora informou ainda que, nesta sexta-feira, a instituição recebe a caravana Gotas de Vida, do município de Bertolínia. O projeto, coordenado pelo professor Marcelo, realiza mensalmente uma mobilização na última sexta-feira do mês, levando a Floriano doadores que já participam regularmente das campanhas. Outra ação programada é a campanha do curso técnico de Bombeiro Civil da Capacitec, que começa neste sábado, dia 31 de outubro, e segue até o dia 7 de novembro, em parceria com o grupo de bombeiros civis. Eliomara também fez um apelo aos doadores fidelizados que já estão no período adequado para retornar. Conforme explicou, as mulheres podem realizar uma nova doação a cada três meses, enquanto os homens devem respeitar o intervalo de dois meses. O Hemocentro Regional de Floriano funciona de segunda a sexta-feira, das 7h15 às 18h, e aos sábados e feriados, das 7h15 às 17h. A unidade não fecha para o almoço. A coordenadora reforçou o convite para que a população participe das campanhas e mantenha o compromisso com a doação voluntária, contribuindo para garantir o atendimento aos pacientes que dependem dos componentes sanguíneos. Inscreva-se No Nosso Canal No Youtube
Saúde em Barão de Grajaú: município realiza quinto mutirão de glaucoma em um ano e nove meses

O acesso aos serviços de saúde e ao acompanhamento oftalmológico tem sido uma das ações destacadas pela gestão municipal de Barão de Grajaú. Em um ano e nove meses de administração, o município chegou à realização do quinto mutirão de glaucoma, iniciativa voltada à assistência e ao cuidado com a saúde ocular da população. Durante a ação, o prefeito Antônio Carlos destacou a importância da continuidade dos atendimentos e reafirmou o compromisso da administração municipal com a ampliação dos serviços de saúde oferecidos aos moradores. O gestor também agradeceu à secretária municipal de Saúde, Fabrícia Fernandes, estendendo o reconhecimento aos profissionais que atuam na área, e ressaltou a parceria com o Governo do Maranhão, comandado pelo governador Carlos Brandão, para o desenvolvimento de ações no município. Segundo Antônio Carlos, a cooperação entre as administrações municipal e estadual tem contribuído para a realização de iniciativas voltadas ao atendimento da população. Ele afirmou que a gestão pretende continuar trabalhando para melhorar os serviços de saúde e ampliar a assistência aos moradores de Barão de Grajaú. O glaucoma é uma doença ocular que pode provocar perda irreversível da visão quando não diagnosticada e tratada adequadamente. Por isso, o acompanhamento especializado e a identificação precoce são importantes para preservar a saúde ocular. Inscreva-se No Nosso Canal No Youtube
Mutirão de Glaucoma será realizado nesta quinta-feira em Barão de Grajaú

A Secretaria Municipal de Saúde de Barão de Grajaú realiza, nesta quinta-feira, dia 8 de outubro, um Mutirão de Glaucoma, voltado à população que necessita de acompanhamento e avaliação oftalmológica. A ação acontecerá das 7h30 às 11h30, no Auditório do Colégio Domingos Machado. Para participar, os pacientes deverão apresentar xerox do RG, CPF, comprovante de residência e cartão do SUS. Quem já possui deverá levar também a carteirinha de medicação. A iniciativa é destinada especialmente a pessoas que já fazem tratamento para glaucoma ou que possuem casos da doença na família. A orientação é que esses pacientes mantenham acompanhamento oftalmológico regular, devido à importância do diagnóstico e do controle da doença. O glaucoma é uma condição que pode comprometer a visão de forma progressiva, reforçando a necessidade de acompanhamento médico e da realização periódica dos exames. O mutirão é promovido pela Secretaria Municipal de Saúde de Barão de Grajaú, em parceria com a gestão municipal. Inscreva-se No Nosso Canal No Youtube
Soluções caseiras para olheiras podem prejudicar a visão?

Chá de camomila, compressas frias, rodelas de pepino e outras receitas caseiras são frequentemente apontadas na internet como alternativas para amenizar as olheiras. São práticas simples, acessíveis e que parecem inofensivas, mas será que tudo o que é aplicado perto dos olhos é seguro? Segundo a médica oftalmologista Lígia Neves, do Vilar Hospital de Olhos, algumas dessas alternativas podem até proporcionar uma melhora passageira na aparência da região, mas não tratam necessariamente a causa das olheiras. As compressas frias, por exemplo, podem ter efeito temporário, principalmente sobre o inchaço. Já o uso de substâncias como chá de camomila pode não produzir efeito desejado. O cuidado precisa ser ainda maior quando entram em cena produtos ou misturas sem orientação médica. Substâncias abrasivas, álcool e ácidos podem irritar a pele das pálpebras e, se houver contato com os olhos, provocar lesões. “A aplicação de produtos ou soluções caseiras pode ser perigosa quando contém substâncias abrasivas, álcool ou ácidos, podendo causar queimaduras na própria pele ou nos olhos”, alerta a médica. Outro ponto é que as olheiras não têm uma única causa. O aspecto escurecido ao redor dos olhos pode estar relacionado à hiperpigmentação, à perda de colágeno, às rugas, à flacidez dos tecidos ou à presença de bolsas. Por isso, uma solução caseira que circula como dica universal dificilmente vai atender às diferentes causas do problema. Quando a cirurgia pode ser indicada para a região dos olhos Quando as alterações ao redor dos olhos estão relacionadas ao excesso de pele, bolsas ou flacidez dos tecidos, existe uma opção cirúrgica para tratar essas características: a blefaroplastia. O procedimento consiste na correção do excesso de pele e de bolsas nas pálpebras, promovendo uma melhora visível na região ao redor dos olhos. A cirurgia, no entanto, não trata sozinha todas as causas que podem deixar a região escurecida. “Quando existe hiperpigmentação da pele, perda de colágeno e rugas, a blefaroplastia pode ajudar apenas parcialmente. Muitas vezes é necessário associar o tratamento da pele, com produtos clareadores e hidratantes, ou procedimentos como laser, peeling e preenchimento”, explica a Dra. Lígia. A avaliação para a blefaroplastia considera as características da região dos olhos, como excesso de pele, bolsas e flacidez, além de outros fatores que podem interferir no resultado. O procedimento integra as possibilidades de atendimento do setor de plástica do Vilar Hospital de Olhos. Por ser uma cirurgia realizada em uma área delicada, a blefaroplastia deve ser feita por profissional habilitado e em ambiente seguro, com acompanhamento de anestesista e os exames pré-operatórios necessários. Em pacientes de risco, também pode ser indicada avaliação cardiológica. A orientação, portanto, é evitar o uso de substâncias sem indicação na região dos olhos e buscar avaliação médica antes de iniciar qualquer tratamento. Afinal, uma tentativa de amenizar uma olheira não deve acabar causando um problema justamente nos olhos. Inscreva-se No Nosso Canal No Youtube
Fisioterapia e sociabilidade garantem qualidade de vida na terceira idade

Dados do Ministério da Saúde apontam que o Brasil alcança a marca de 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais em 2026. Além disso, a projeção é de que em duas décadas, esse número salte para 61,5 milhões. Esse contexto leva a refletir que as pessoas têm vivido mais e buscado boas práticas de sociabilidade, mantendo cuidados com a saúde e o corpo como ferramentas para uma longevidade com bem-estar e qualidade. No Dia Internacional das Pessoas Idosas, celebrado em 01/10, esses diálogos se intensificam, inclusive em contextos médicos que associam a fisioterapia como ferramenta de cuidado e suporte na terceira idade. A fisioterapia ajuda a pessoa idosa a manter sua independência, segurança e qualidade de vida. Com o envelhecimento, é comum ocorrer alguma redução da força muscular, do equilíbrio, da flexibilidade e da capacidade para realizar determinadas atividades do dia a dia. “O fisioterapeuta atua justamente na prevenção e no tratamento dessas alterações, utilizando exercícios e outras estratégias para preservar a mobilidade e a funcionalidade. O objetivo não é apenas tratar uma doença, mas permitir que continuem suas atividades cotidianas com o máximo possível de autonomia e segurança”, explica o docente de Fisioterapia do Unifacid Wyden, José Ivo. Na rotina da pessoa idosa, a fisioterapia pode ajudar na prevenção de quedas, no controle de dores, na recuperação após cirurgias ou períodos de internação e no acompanhamento de condições bastante frequentes nessa fase da vida, como artrose, osteoporose e alterações neurológicas e cardiovasculares. “Uma avaliação pode ser indicada quando a pessoa percebe, por exemplo, que está apresentando dificuldade para caminhar”, explica José. Contudo, observa que não é preciso buscar o profissional apenas quando surgir alguma doença ou limitação, tendo em vista existe uma atuação preventiva. Sociabilidade ajuda na terceira idade Além da fisioterapia, práticas de sociabilidades na terceira idade agregam bem-estar físico, mental e mais autonomia a esse público. O Projeto Inclusão da Pessoa Idosa, realizado gratuitamente pelo Unifacid Wyden, para pessoas com 60 anos ou mais, é um desses espaços de trocas. Os encontros acontecem 3 vezes na semana, semestralmente, com aulas expositivas e práticas integrativas. Berenice Silva, coordenadora do projeto, compartilha que um dos objetivos “do nosso projeto é promover uma velhice mais digna, ativa e participativa, fortalecendo os vínculos comunitários, familiares e ampliando o acesso dos idosos a atividades de convivência”, expressa. Além disso, endossa que o projeto ajuda a combater o preconceito, a discriminação, “construindo, dessa forma, uma melhor qualidade de vida, o fortalecimento da autoestima, do exercício da cidadania e da autonomia. Portanto, incluir a pessoa idosa significa garantir oportunidades de participação, construindo uma sociedade mais justa e reconhecendo o valor dessas pessoas”, enfatiza. Inscreva-se No Nosso Canal No Youtube
Retinoblastoma pode ter até 90% de cura quando diagnóstico precocemente

O retinoblastoma é o câncer ocular mais comum na infância. Ele pode ser de origem hereditária ou não hereditária e acometer um ou ambos os olhos. De acordo com a cartilha da campanha “De olhos nos olhinhos”, a doença representa 14% de todos os casos de câncer pediátrico em menores de 2 anos. Além disso, mais de 90% dos casos são diagnosticados na faixa etária de 0 a 5 anos de idade, o que reforça a importância da identificação precoce e o tratamento adequado. Quando detectado no início, a chance de cura é de até 90%, inclusive com a preservação da visão da criança. Contudo, se houver diagnóstico tardo, pode provocar cegueira e até levar o paciente à morte. Nos pacientes, o sinal mais observado é a leucocoria, que é o aparecimento de um reflexo branco ou amarelado na pupila em vez do reflexo vermelho normal. Segundo a médica oftalmologista do Vilar Hospital de Olhos, Lisianne Ramos, o rastreamento da doença é realizado com o teste do reflexo vermelho (o teste do olhinho). “Ele deve ser realizado nas primeiras horas de vida e repetido regularmente até os 3 anos. Quando existe alteração no resultado do exame, realiza-se o mapeamento de retina para visualização direta do fundo de olho. A ultrassonografia ocular pode ser útil para complementação diagnóstica, assim como tomografia computadorizada e ressonância magnética”, explica. Importante frisar que não existe diferença nas taxas de incidência da doença entre o sexo feminino e o masculino, entre raças ou entre o olho direito e o esquerdo. Manter consultas regulares é a recomendação ideal, inclusive para definição do tratamento adequado no caso de confirmação da doença. “O tratamento depende do estágio de apresentação da lesão. Pode ser indicado cirurgia; quimioterapia ou terapias focais como crioterapia, braquiterapia ou termoterapia, por exemplo. O início precoce do tratamento aumenta a chance de sucesso terapêutico, com preservação da visão do paciente e diminuição do risco de disseminação do tumor”, frisa a Dra. Lisiane. Ao longo de toda a vida, a periodicidade de consultas oftalmológicas é fundamental para identificar, tratar e, quando possível, prevenir a progressão de doenças oculares. Do nascimento à primeira infância, esse cuidado se eleva, inclusive no diagnóstico e tratamento do retinoblastoma. Inscreva-se No Nosso Canal No Youtube
Roda de conversa reúne jovens em Floriano para abordar saúde mental e valorização da vida

Um grupo de jovens e adolescentes participou, na manhã do último domingo, dia 20 de setembro, de uma roda de conversa sobre saúde mental na Avenida Frei Antônio Curcio, na Beira Rio, em Floriano. A atividade foi conduzida pela psicóloga Fernanda Pinto e ocorreu paralelamente à concentração do passeio ciclístico realizado durante a Semana Nacional do Trânsito. O encontro teve como objetivo promover um momento de diálogo, acolhimento e conscientização sobre a importância dos cuidados com a saúde mental, especialmente entre o público jovem. A programação também reforçou a importância da convivência em grupo, da valorização da vida e da construção de redes de apoio diante de situações de sofrimento. Segundo a psicóloga Fernanda Pinto, o sofrimento psíquico pode atingir qualquer pessoa, independentemente de idade, gênero, condição social ou outros fatores. Ela explicou que situações presentes nas relações familiares, no trabalho, nos estudos e nas atividades de lazer podem gerar frustrações e contribuir para o adoecimento emocional. Durante a atividade, os participantes foram envolvidos em dinâmicas voltadas ao reconhecimento das qualidades e potencialidades de cada integrante do grupo. Uma das propostas foi identificar características positivas dos colegas, como alegria, inteligência, companheirismo e a importância que determinadas pessoas possuem na vida umas das outras. A roda de conversa também destacou a importância da prática de atividades físicas como um dos fatores que podem contribuir para o cuidado com a saúde mental. A psicóloga ressaltou que grupos de corrida, ciclismo e outras atividades coletivas favorecem a convivência, aproximam as pessoas e podem ajudar na criação de vínculos e redes de apoio. Fernanda Pinto explicou ainda que os encontros acontecem aos domingos e fazem parte de uma iniciativa de mobilização em torno da valorização da vida durante o Setembro Amarelo. A proposta é mostrar que ninguém precisa enfrentar sozinho momentos de dor, dificuldades ou sofrimento emocional. Outro ponto abordado foi a importância da participação da família. A psicóloga chamou atenção para a necessidade de diminuir o distanciamento provocado pelo excesso de tempo diante das telas e fortalecer momentos de convivência, como refeições em família, conversas e encontros presenciais. Em situações de sofrimento, a orientação é procurar os serviços da rede de saúde. Em Floriano, a atenção pode começar pelas Unidades Básicas de Saúde, onde as equipes podem realizar o acolhimento e acompanhamento inicial e, quando necessário, encaminhar o paciente para outros serviços especializados, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). A profissional também destacou que, diante de situações de emergência, podem ser acionados serviços como o SAMU e a UPA. Para quem precisa conversar e buscar apoio emocional, o Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece atendimento pelo telefone 188. A atividade reuniu jovens em um ambiente de convivência e diálogo, associando a prática esportiva à promoção do bem-estar e ao cuidado com a saúde mental. A iniciativa reforçou a importância de manter vínculos, observar mudanças no comportamento de pessoas próximas e buscar ajuda sempre que necessário. Confira como foi roda de conversa sobre saúde mental na Avenida Frei Antônio Curcio: https://www.facebook.com/share/v/1GfDnnZxvs/
Curso Agente Popular de Saúde capacita lideranças comunitárias para fortalecer participação no SUS em Floriano

O Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Floriano sediou o início do curso Agente Popular de Saúde (Agente Pop-SUS), iniciativa que busca ampliar o conhecimento de lideranças comunitárias sobre o funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS) e prepará-las para atuar como multiplicadoras de informações em suas comunidades. A capacitação reúne representantes de associações de moradores, movimentos sociais, comunidades rurais, sindicatos e outros segmentos da sociedade. A proposta é proporcionar aos participantes conhecimento para compreender os serviços de saúde disponíveis, identificar as necessidades das comunidades e buscar, junto aos órgãos responsáveis, soluções para as demandas encontradas. Durante a formação, os participantes também irão construir um chamado “mapa vivo” das comunidades, identificando características, necessidades e problemas relacionados à saúde em diferentes regiões de Floriano. A partir desse levantamento, a intenção é que os agentes possam apresentar as demandas às Unidades Básicas de Saúde (UBSs), à Secretaria Municipal de Saúde e a outros setores responsáveis. Em entrevista, a professora Jacqueline Monteiro explicou que o Agente Popular de Saúde tem como objetivo preparar cidadãos para compreender melhor o funcionamento do SUS e, dessa forma, participar de maneira mais qualificada das discussões sobre saúde pública. Segundo ela, o conhecimento adquirido durante a capacitação permitirá que os participantes atuem diretamente em suas comunidades e contribuam para a busca por melhorias nos serviços. O projeto chegou a Floriano por meio da Unegro, que participou de um edital nacional do Ministério da Saúde. A entidade foi contemplada em razão do trabalho social desenvolvido no município e, com a aprovação, passou a realizar a formação de agentes populares de saúde. A seleção dos participantes contou com a colaboração de movimentos sociais, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais e de associações de moradores. Foram indicadas pessoas que já possuem atuação ou são referências em suas comunidades, com o objetivo de ampliar posteriormente o alcance da iniciativa. Ao todo, serão realizados sete encontros de capacitação, um por mês, durante sete meses. Ao final do processo, os participantes receberão certificado de Agente Popular de Saúde e deverão atuar como multiplicadores, levando os conhecimentos adquiridos para suas comunidades. A presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Floriano, Francisca Lima, conhecida como Irmã Chiquita, destacou a importância da iniciativa para as comunidades. Para ela, a formação representa uma oportunidade para que lideranças conheçam melhor o SUS e tenham mais segurança para orientar e acompanhar as demandas de saúde da população. A expectativa é que os participantes possam compartilhar as informações adquiridas durante o curso e fortalecer a atuação das comunidades na identificação de necessidades, no acesso aos serviços e na busca por melhorias na saúde pública. Confira como foi o início do curso Agente Popular de Saúde (Agente Pop-SUS), em Floriano: https://www.facebook.com/share/v/19SrFb2YVE/
Setembro Amarelo: Saúde Mental orienta imprensa de Floriano sobre abordagem responsável do suicídio

A Secretaria Municipal de Saúde de Floriano, por meio da Coordenação de Saúde Mental, promoveu nesta quinta-feira, dia 17 de setembro, uma roda de conversa voltada aos profissionais de imprensa sobre o Setembro Amarelo, saúde mental e prevenção do suicídio. O encontro foi realizado no auditório da Secretaria Municipal de Saúde e reuniu profissionais da comunicação para discutir formas éticas, responsáveis e humanizadas de abordar o tema. A atividade foi conduzida pelas psicólogas Flávia Regina e Maria da Anunciação, com participação da coordenadora de Saúde Mental de Floriano, Adriana Bezerra. Entre os assuntos discutidos estiveram as recomendações para a veiculação de informações relacionadas ao suicídio, os cuidados necessários na produção de notícias e a importância de divulgar também os serviços disponíveis para pessoas que estejam passando por situações de sofrimento psíquico. Adriana Bezerra destacou que falar sobre suicídio é necessário para ampliar a conscientização e ajudar a reduzir o estigma relacionado à saúde mental. Segundo ela, a abordagem deve ser feita de maneira cuidadosa, evitando transformar o assunto em tabu e, ao mesmo tempo, apresentando caminhos para que pessoas em sofrimento possam buscar ajuda. A coordenadora ressaltou ainda que existem serviços preparados para realizar escuta e acolhimento sem julgamento, reforçando que pessoas que estejam vivenciando momentos de desesperança devem ser orientadas a procurar atendimento especializado. Durante a roda de conversa, também foi abordada a importância de a imprensa não se limitar à divulgação de informações sobre casos de suicídio, mas contribuir para a prevenção ao apresentar os serviços de apoio existentes e estimular a busca por atendimento profissional. A equipe de Saúde Mental explicou que o atendimento funciona de forma integrada por meio da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). A Atenção Primária, por meio das Unidades Básicas de Saúde, é apontada como uma das principais portas de entrada para quem necessita de acompanhamento. A partir da avaliação realizada pela equipe, o paciente pode ser encaminhado para outros serviços da rede, de acordo com a necessidade identificada. Entre os dispositivos citados estão os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), o CAPS AD, voltado ao atendimento relacionado ao uso de álcool e outras drogas, além dos serviços de urgência e emergência e da assistência hospitalar nos casos que necessitam de cuidados específicos. A psicóloga Flávia Regina também destacou que situações relacionadas ao comportamento suicida não devem ser atribuídas a uma única causa. Segundo ela, diferentes fatores podem estar associados ao sofrimento de uma pessoa, sendo necessário compreender cada situação de maneira individualizada. A profissional ressaltou ainda a importância da atenção de familiares, amigos, colegas de trabalho e pessoas próximas diante de mudanças de comportamento ou sinais de sofrimento. Nesses casos, uma das formas de apoio é oferecer escuta, acolhimento e disponibilidade para acompanhar a pessoa na busca por ajuda profissional. Flávia explicou que amigos e familiares não precisam ter respostas para todas as situações, mas podem contribuir ao ouvir sem julgamento e ajudar a aproximar a pessoa dos serviços especializados. A avaliação e o acompanhamento das situações mais delicadas devem ser realizados por profissionais capacitados. Outro ponto destacado durante o encontro foi a necessidade de ampliar a compreensão sobre o cuidado com a saúde mental. A orientação é que a população procure inicialmente uma Unidade Básica de Saúde, onde poderá receber avaliação e, quando necessário, ser direcionada para outros pontos da rede de atendimento. A roda de conversa também chamou atenção para o papel das redes sociais e dos meios de comunicação na disseminação de informações sobre saúde mental. A proposta da Secretaria Municipal de Saúde é fortalecer uma comunicação que contribua para a conscientização, reduza o estigma e facilite o acesso da população aos serviços de cuidado. A iniciativa integra as ações do Setembro Amarelo em Floriano e busca aproximar os profissionais de comunicação da rede de Saúde Mental, oferecendo informações para que a cobertura jornalística sobre suicídio e sofrimento psíquico seja realizada com responsabilidade, respeito e compromisso com a prevenção. Confira as entrevistas gravadas durante a Roda de Conversa:
Barão de Grajaú inicia campanha de vacinação antirrábica para cães e gatos

A Prefeitura de Barão de Grajaú, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, inicia neste mês de setembro a Campanha de Vacinação Antirrábica para cães e gatos. A ação tem como objetivo prevenir a raiva e contribuir para a proteção dos animais e da população. Entre os dias 14 de setembro e 8 de outubro, as equipes de saúde percorrerão as comunidades da zona rural do município para realizar a vacinação dos animais. De acordo com a orientação da Secretaria Municipal de Saúde, estão aptos a receber a vacina os cães e gatos com idade igual ou superior a quatro meses e que estejam saudáveis. Para garantir a segurança durante o atendimento, os tutores devem manter os animais presos no dia previsto para a vacinação, facilitando o trabalho das equipes e evitando possíveis acidentes. A programação das localidades que serão visitadas será divulgada pelas redes sociais da Prefeitura e também por meio dos Agentes Comunitários de Saúde. A Secretaria Municipal de Saúde reforça que manter a vacinação antirrábica dos animais em dia é uma medida importante de prevenção e proteção para toda a comunidade. Confira o vídeo divulgado pela prefeitura de Barão de Grajaú: https://www.instagram.com/reel/DdG7rlAyWEF/?utm_source=ig_web_copy_link&stkn=MzRlODBiNWFlZA==